Não é porque a taça está vazia
Que amaldiçoarei o vinho,
Não foi amargo como a vida,
Mas doce como o que jorra
Nas fontes do Paraíso.
Quem sabe nesta embriaguês
Cessando pela aurora
Não encontro o caminho
Para aquela fonte onde quem bebe
Nunca mais sente sede!
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