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Estréia de "Rio Seco"
atualizado em:22 Novembro 2011No no último dia 03 de Novembro estreou, no campus São Bernardo do Campo da Universidade Federal do ABC (UFABC), dentro da programação do evento "Café com Políticas Públicas" a cena "Rio Seco". A cena tem dramaturgia e direção de Johnny Kagyn e atuação de Edu Brisa e Geovane Fermac.Cartaz DivulgaçãoImagens do evento
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Cigarette Countdown #20
O caminho foi longo até chegar aqui. Um caminho inteiro de interrupções para lembrar de você. Para achar você em outras ruas, outros becos, outros dentros, em mim. Enfim, de volta. Enfim novamente aqui. Enfim, ao fim do maço.Neste cigarro derradeiro acendo uma fria chama, um alento para lembrar seu cheiro, seu gosto, seus sons. Porém a cada tragada, a cada fumaça lançada ao longe, as lembranças se dissipam um pouco. Queria reter as memórias por mais tempo. Então penso em parar de fumar, penso em parar de querer... E mais uma vez entendo que essa sou eu: a que sempre quer, a que não aceita por menos.Confuso, sonolento e angustiantemente finito. Esse é o meu cigarro-memória consumido por mim e pelo vento frio que vem da janela do meu apartamento. E com o crepitar da brasa revivo sua risada quente e sua voz rouca me perguntando: “Quanto vale um cigarro?” Vale tanto. Valeu o pouco que você me pediu e o muito que eu pude te dar. Vale a vida que se segue. Vale essa nova manhã vista daqui do alto, que começa a se agitar num ruído diferente,um chiado ao longe, uma estática eterna. E se me lembro bem de um sonho que talvez eu tenha tido, você me disse que essa história será como um televisor ligado, e que não cabe a nós desligá-lo, apenas abaixar ou aumentar o volume quando desejarmos.Não consigo terminar esse cigarro.Deixo-o então terminar-se, por si só, queimando num cinzeiro vazio. Deito no sofá, ligo a televisão em nenhum canal, abaixo o volume, apenas por enquanto. E por enquanto também esqueço seus olhos e fechos os meus. Enfim, adormeço, sem você, mas com o nosso incessante porém reconfortante ruído. FIM DO VIGÉSIMO CIGARRO
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Cigarette Countdown #19
Definitivamente não fomos feitas para as manhãs frias. Nem para olhares esquivos, muito menos para o fim.Dois universos se colidiram esta noite. Dois planetas se chocaram e explodiram. Poeira, lascas, peles, tempestades e vulcões. Como separar os elementos? Como diferenciar as moléculas, as partículas de mundos colapsados, fundidos. Respirei em sua atmosfera, me aqueci no seu sol. Você andou sobre minha superfície. E não foi só isso. Perfurou a rocha mais sólida, penetrou camadas de mim, e achou o que só você conseguiu dominar. Um coração fervente, em plena ebulição. E então? Como desvencilhar? Não fomos feitas pra nos dividir. Então ficamos um pouco mais. Você me pede mais um minuto antes de ir. Mais um cigarro. Só isso. É muito pouco agora, e ao mesmo tempo é tudo o que nos define. Abro o maço e restam apenas mais dois, e sei que esse cigarro será o último com você.Sentamos no meio-fio. Acendemos nossos derradeiros cigarros, como condenados saboreando a última refeição. Não nos falamos, sequer nos olhamos, mas sua perna cansada se apoiando na minha começou a conversa. Minha cabeça caindo pesada em seu ombro disse tudo que você precisava ouvir.Na última fumaça-cúmplice deste maço, você levanta e me estende a mão. Me convida para um final belíssimo, um abraço numa rua deserta, talvez um beijo num nascer do sol fantástico. Mas o que vi quando olhei em seu rosto foi inesquecível. Era a cor que faltava para esta história improvável. Um novo tom em seus olhos. Não sei qual das duas Você eu gosto mais: a dos olhos-chumbo num quarto esfumaçado, ou a dos olhos-esmeralda numa manhã cinza. Beijo a sua mão, me despeço do seus dedos e você me diz adeus com um toque suave nos cabelos.Te vejo ir, te vejo prender apressada seus cabelos revoltos, fechar seu casaco e encerrar esse caso. Te vejo quase olhar para trás. Mas não olhou. Te vejo dobrar a esquina e ... não há nada mais a se ver.Você já é alguma outra pessoa e eu ainda sou a mesma e ainda estou aqui.FIM DO DÉCIMO NONO CIGARRO
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Cigarette Countdown #18
Agora é sair. É andar em direção ao que sempre esteve lá.Ao abrir a porta um ar frio me convida a voltar para o quente fogo do quarto. Me arrepio com o sopro hostil da manhã e com sua cabeça tocando minhas costas me fazendo ir. E vou...Como eu não ouvi estes ruídos antes? A cidade sempre esteve lá e nós ignoramos tudo ao redor. Foi isso que nos tornou possível? Apagar todo o entorno, nos descolar do real... e deslocar para fora, para o fino da pele, tudo o que está dentro. E atingir o que se esconder dos olhos da rua. O que você tocou nesta noite foi o meu avesso, aquela que se tem quando todo resto já não mais importa, não mais existe. Desviando de copos quase vazios, corpos quase frios, ultrapassamos a manhã da sala. Você flutua a procura de suas chaves, casaco e restos de ontem. E eu, tento achar meu lugar entre seus pertences. Paro no espelho do corredor. Me deparo. Sou eu bagunçada, remexida, embaralhada. Ajeito meu cabelo, ajeito um novo cigarro entre os dedos, ajeito um jeito de te dizer um quase adeus, quase triste, quase ficando mais um pouco. Curioso como minhas estórias tem sempre sido um eterno quase. E quando quase decido ir de vez, sem olhar para trás, sem últimos desejos, sinto você como se não desse mais pra me desvencilhar. São suas mãos procurando as minhas, são seus dedos se entrelaçando aos meus, roubando lentamente meu cigarro, os últimos minutos de nós, definitivamente. Nos viramos, eu e você, nos admirando no espelho do corredor, encantadas com a imagem dos nossos lindos avessos, querendo desesperadamente um final feliz.FIM DO DÉCIMO OITAVO CIGARRO
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Fim do Ramadã dá início a verdadeiro festival gastronômico
MARCELO NINIO
DE JERUSALÉM
Todos os olhares no mundo islâmico se voltaram para o céu no início desta semana, em busca do primeiro sinal da lua nova. A aparição indicou o fim do Ramadã, mês sagrado dos muçulmanos, e o início de uma verdadeiro festival gastronômico. Embora o Ramadã gire em torno da leitura do Corão e do jejum diário, o mês é também fortemente marcado pelas iguarias do "iftar", o jantar que reúne as famílias para a quebra do jejum.
Jantar muçulmano para quebrar o jejum do Ramadã em hotel de Dhaka, em Bangladesh
Nos países muçulmanos, os dias de abstinência são uma corrida aos mercados, em busca dos ingredientes que estarão nas mesas do "iftar" e do "sohor", o café da manhã prévio ao jejum. As receitas variam de acordo com os costumes de cada país. Em comum entre eles, a fartura das mesas, verdadeiros banquetes. Sobretudo no momento da sobremesa, quando a degustação de doces pode durar horas. "Servimos os pratos típicos da cozinha árabe e adicionamos algumas tradições do Ramadã, como o suco de tamarindo, as tâmaras secas e os doces", diz Joseph Ghazzawi, gerente do hotel Ancars, em Ramallah, na Palestina. No bufê montado sob uma tenda, que o gerente diz, orgulhoso, ser "a única de Ramallah", uma mesa com 11 diferentes pratos quentes, além de dez tipos de saladas. Entre eles, abobrinhas, maxixes e berinjelas recheadas com arroz e carneiro, arroz com açafrão e passas, quiabo com tomate, "cigarros" de folhas de uva com recheio de arroz e especiarias, e uma bandeja com misteriosos embrulhos de papel laminado. Dentro, um delicioso pedaço de carneiro feito no vapor, macio a ponto de desmanchar-se na boca. As saladas são um mundo a parte, do humus (pasta de grão-de-bico), a vários tipos de coalhada e legumes em conserva. CORRIDA Depois de 15 horas em jejum, a corrida aos pratos é inevitável. Seis TVs ornamentam a tenda, alternado passagens do Corão e pegadinhas da televisão egípcia. O jejum é em geral quebrado com algumas tâmaras secas ou suco de tamarindo. Em seguida, um caldo ralo com "friki", o trigo assado que é obrigatório nas mesas do Ramadã. Até os cristãos de Israel entram no clima. "Não jejuamos, mas gostamos de ir a restaurantes no 'iftar' e participar da confraternização", diz Vera Juries, cristã de Jerusalém. Na mesa das sobremesas, dez tipos de doces. Há desde os tradicionais "baklawa" (pastel de massa folhada) e "knafe" (massa fina com queijo), musses, tortas e massas fritas e "basbousa" (bolo com calda de rosas). Durante um mês (que pode variar de 29 a 30 dias, segundo o calendário lunar) é proibido comer, beber, fumar e praticar sexo da alvorada até o pôr do sol. Isso às vezes significa café da manhã às 3h. "Acordo, como e volto a dormir", diz Wael Alqarra, que trabalha em uma organização humanitária em Gaza. "É um grande café da manhã, só que no meio da noite", diz. De Jerusalém a Teerã, a comida muda as cidades durante o período do Ramadã. Patrícia Chiarello, que no início de agosto tornou-se a primeira diplomata brasileira a servir no Irã, ficou surpresa com o comércio de rua que surge no fim do jejum. "Uma coisa curiosa é a aglomeração de pessoas em frente a restaurantes ou até pequenos quiosques que vendem sopa na cidade. De repente, é dada a largada e todos avançam para comer."
Fonte: Folha de São Paulo
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Eu desejo...
Eu desejo encontrar um coração inquebrável. À prova de ausências, frieza de emoções e resistente a balas. Eu desejo encontrar um coração que agüente as ondas, feito de vidro temperado, olho de peixe no interior do navio, daqueles que suportam a tempestade, os humores das marés humanas, puxando e repuxando as expectativas como um fio.Porque eu tenho um coração de manteiga, um coração de espuma, mousse de limão, biscoito de nata, papel de seda tão fino que daria para embrulhar presente. Meu coração não combina com amores velozes, sem as canções de Piaf, os filmes de romance, os sonhos de Fellini.Meu coração não combina com amores que passam de metrô, na velocidade dos games, dos carros de Fórmula 1, sem tempo para Drummond, as reflexões de Pessoa e seus heterônimos, os encantos da fábula, as rendas da língua. Meu coração gosta de cartas, embora vibre com bilhetes, passeios sem prazo ou sem rumo, temporadas de verão, dias de sol e de chuva, cantiga de ninar, afagos, imagens que vêm e que vão, emoções que pulam das caixas onde está escrito “frágil” para indicar que ali se guardam vidros, espelhos e porcelanas. Em noites frias meu coração arde como fogueira, solta fagulhas, fumaça, eleva-se entre as nuvens, carrega mensagens subliminares. Apesar das faíscas, ele é feito de cristal, matéria-prima delicada. Bate, trinca , corrompe as horas, tem pulsações desenfreadas, rebela-se sem aviso. Mais de uma vez eu disse: “Sossega coração”, mas ele foi intransigente, querendo ganhar o mundo, e aprendeu a fazer cálculos para transformar em aço meu peito de seda e de pluma.O que esperar de uma máquina que nasce pulsando, onde se encontram fibras, veias, vasos que conduzem sangue, vida, sentimentos explosivos como uma bomba-relógio? Não há mais tempo. Perdi o prazo das reformulações, quero provar o encanto das emoções de manteiga, mousse de chocolate, calda de caramelo, confeito e sorvete de fruta. Quando menos espero, derreto. Então me lembro que meu coração de mulher é sobrevivente de guerra. Enfrenta o perigo, esgarça feito um tecido, não é à prova de nada, mas deflagra sempre uma bandeira de paz.Assim, trago no peito um mosaico, suprema obra de arte ou, em outras palavras, um coração vermelho, maduro, cheio de paisagens, cortes, suturas, quinas, saudades e que permanece quase, quase inteiro, á espera que o amor chegue e o tome para sempre, que o envolva com uma aliança eterna.É assim meu coração...
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Em Construção
Passei a vida toda na ânsia permanente de aprender, experimentar, absorver, fagocitar. De comida, cultura, sensações, lugares, músicas, filmes, livros, pessoas e valores, princípios, sentimentos, tudo para escolher criteriosamente do que eu me construiria, a que eu seria permeável e aderente, quais seriam meus alicerces, minhas colunas, minhas vigas, paredes e como eu me decoraria, quais seriam os meus tapetes, meus quadros, meus lençóis, cortinas, de que cor seriam meus cômodos, que plantas cresceriam viçosas dentro de mim, quais as que se adaptariam às minhas condições climáticas, se o melhor seria uma piscina ou um gazebo.Hoje olho do que me fiz e no que resultou meu esforço. Penso que aproveitei bem todos os materiais, mesmo as pedras, o aço, o concreto foram úteis e necessários. A obra está e sempre estará inacabada, estou satisfeita de ter levado a vida toda para me tornar o que sou hoje. Eu me habito com satisfação e espero a hora de abrir novamente as portas para dividir esse pouco do muito de tudo de que sou feita.
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Parir de mim
Vinte anos. É um revertério em todas as concepções biológicas, mas não do ponto de vista do sentimento humano, nascer com esta idade. Abrir os olhos para a vida e descobrir-se pessoa, dando seu primeiro vagido. Retumbante perante o mundo, ensurdecedor para ouvidos surpresos, imprevisto para os desatentos com a gestação que se operava dentro de mim, num processo de renascer que estava latente, pré-concebido, mas aguardando ainda forças de um parto psicológico em que a mocidade me prepara para ser mãe, ser filha e a nova mulher que quero ser. O nascedouro de mim mesma não é em cima de lençóis frescos. As luzes que me iluminam o nascer não estão alinhadas no teto do quarto. Brilha a minha ânsia de uma felicidade que sonho, que ainda desejo ter, não obstante a negritude dos caminhos que eu percorri. Não há quem me assista neste trabalho de parto emocional, mas a força que me faz nascer é gigantesca, oriunda das entranhas de mim mesma, em que salto do ventre em que me escondi para a vida que quero viver. Nasço de mim com as experiências que tive, e com as quais aprendi. Sou resultado e resposta de tudo quanto enfrentei, daquilo que eu sofri, das lutas que empreendi, das mágoas que acumulei, dos erros que cometi, dos sonhos que acalentei e da ousadia que me faz mudar, buscar caminhos, alterar a rota e renascer, como quem vem ao mundo pela primeira vez. Não jorra sangue neste parir de mim. Ele vibra em meu corpo quente e ansioso, sem medo de querer e de assumir todas as energias e de viver todas as carícias. Estou pelo avesso, reverso do que fui nas minhas angústias insolúveis, oposta a todos os medos que me trancafiaram por anos incontáveis e não vividos. Assumo o lado contrário de sofrimentos que não desejei ter, mas que acatei, submissa e desencorajada. Reverti minhas sinas e desacatei meu destino para cumprir outra trilha, a revivescer. E cultivo, olhos abertos para um mundo que quero descobrir, anseios novos, emoções múltiplas, objetivos renovados. Estive grávida desta nova pessoa durante a infância que vivi, na adolescência aprisionada por conceitos que não discuti, e agora na idade adulta que me subjuga à vida que se compõe para mim. E descubro, com o coração aos pulos, que ainda há tempo de existir a pessoa que desejo ser. Sem as amarras do medo que não me permitiam ousar. Sem receios de enfrentar meus desafios. Sem incertezas sobre o que quero buscar. E sabendo que posso descobrir-me inteira, apesar de todas as dores que vivi. O cordão umbilical que se rompe solta os grilhões que, antes pesados, agora são frágeis. E percebo que tudo depende de mim. Contentar-me com a sobrevivência tépida de quem se conforma com a desilusão ou viver a coragem de fazer-me feliz. Texto escrito no ano de 1986)Amigos e amigas, obrigada, muito obrigada pelo carinho de vocês."O texto “Parir de Mim” é o parto de todos nós, é alento, é incentivo! É para ser lido, relido e degustado. Em cada linha, cada palavra, lá estão o amor e a vida, tão bem lembrados. Tratados com esmero, com profundidade, e, principalmente, com a coragem de quem está aqui não apenas para sobreviver. A vida é virada ao avesso. Os sentimentos, revisitados. Mas o texto nos conduz naturalmente à reflexão – sem sacrifícios – já que as palavras fluem fáceis e faceiras."Marly GomesBrasília/DF"Se uma centena de pessoas ler o que você escreve menina, entenderá que vc é capaz de dizer a todos o que diria individualmente para cada um. Somente as pessoas especiais são capazes desse mistério. Sinto-me privilegiado por ter sido um dos escolhidos. Você sente e nos faz sentir o que sente. Escreve o que gostaríamos de dizer e traduz os nossos sentimentos emprestando-nos sua alma para suspirarmos o amor que precisamos sentir." Orlando Renato WatProfessor e JornalistaSão Paulo- SP "Amiga querida, vc escreve as suas crônicas com uma doçura e, ao mesmo tempo, com uma firmeza invejáveis. Não tem medo de se expor, e a gente se encanta, a cada linha, com sua autenticidade, com seu jeito de ser plena nas suas luzes e nas suas brumas. É por isso que eu adoro vc minha amiga, e dou graças aos céus por ter sua amizade. Sucesso sempre, minha querida! A gente te ama muito!"Bruna SanchezAvaré-SP"À medida que, brilhantemente, Verônica escreve sobre o seu cotidiano, nós nos projetamos nela e nos esmiuçamos, nos dando conta de que não sabemos por que (ou sabemos?) existem sensações que já não sentimos mais em nossos corações. Corações frios, que nem sabem mais chorar. À medida que nos identificamos com eles, esses textos são capazes de nos devolver o coração. Coração de gente que se emociona, humana, viva e, se possível, feliz."Paulo César Pironti São Paulo-SP"Vit, recebo seus textos, leio, e aos domingos procuro com avidez reler novamente. Leio seus artigos para matar a sede das palavras, e isto só é possível porque seus textos transmitem a nítida sensação que brotam do seu coração, afável e sincero." Carlos Alberto Bell (por e-mail)"Vit, talvez este não seja necessário que você aceite e nem publique, afinal, não passará de um desabafo carinhoso de um menino bancando o tiete pra cima de você, enfim... Seus textos me envolvem de tão maneira que, às vezes, surpreendo-me debaixo do edredon, agarrando um travesseiro, olhando com lágrimas nos olhos para a tela do notebook que adormece ali mesmo ao lado de uma caneca transbordando de café, e eu... adormeço junto. Vit, seu último texto sobre a Paixão é daqueles que eu indico a primeira fala, oi, prazer, sou eduardo, du, leu os textos da Vit? leia! Hehehe, tornou-se motivo para aproximação e para presentear aqueles que quero bem. Suas palavras socam nos meus ouvidos, daquelas que estamos procurando nos mais escuros becos e achamos ali, nas suas linhas despretenciosas e carinhosas... pelo menos assim as encaro. Passei a abraçar mais depois de lê-la, a encarar melhor as minhas palavras também. A enviar mais e-mails e mais mensagens de carinho. A surpreender quem eu bem quero com mensagens pelo correiro (sim, uso o correio) ou com um telefonema de madrugada. Com pizzas amanhecidas e trufas de uma vizinha que bem sabe fazê-las. Vit, é em sues textos que me apego na boca da noite, com uma taça de vinho nas mãos. Tem gente que lê um versículo da bíblia, eu leio um capítulo da minha... seus textos e depois deito... não antes de ver ou um episódio de bewitched, de friends, sex and the city ou brothers and sisters. Você se tornou uma rotina boa para mim, e depois, um seriado para melhor dormir. Obrigado pelas palavras que me ensinam de um jeito ou de outro, parabéns, beijos,"Du"Tua reflexão ou conclusãoÉ minha grande e única satisfaçãoSemanal -- Parabéns -- Continua."Carlos (Por e-mail) Caçapava -SP"Vit já li seus escritos no encontro do grupo que participo, e todos ficaram emocionados... fez muito bem a todos nós! Compartilhei com minha avó, tia e primas, todos acharam maravilhosas suas palavras"CristianeCaçapava-SP"Verônica, quando leio seus textos parece que em muitos parágrafos vejo a minha vida sendo contada por você. Agradeço muito as sábias palavras que nos oferece.Um grande abraço da sua leitora."Dienifer (por e-mail) São Paulo-SP"Vit! Eu sou uma admiradora do teu trabalho...amo tudo que tu escreves. O que me fez admirar teu trabalho foi que eu me identifico muito com tudo que tu escreves...muitas lágrimas eu derramei lendo seus textos. Eu tinha de dizer para ti que as coisas que tu escreves mexem conosco! Quantas pessoas como eu também esperam ansiosas para ler teus escritos. Amo demais o que tu escreves...parece até que tu escreves especialmente para mim. Obrigada. Um grande abraço. Saudades de vc!"Fabiana Florianópolis-SC"Em sua alma está sedimentada a guerreira que és. Receba minha admiração."Jayme (por e-mail)São Paulo-SP"Verônica! Sempre admirei as pessoas que escrevem: crônicas, poesias, artigos, letras. Sempre gostei de ler e algumas vezes até arrisquei-me por esse caminho, mas o que realmente me impressiona é a capacidade que alguns têm de concretizar com palavras escritas os sentimentos. Sentimentos que não são meus ou teus, são universais, estão no ar, prontos para serem captados por alguma antena receptora. Digo isso por não ser a primeira vez que leio seus textos, que recebo de uma amiga. A Razão que tu escreves, e me identifico ou a algum período da minha vida, assim como já escutei minha história em alguma música ou li em alguma poesia. É estranho e fascinante! Precisava dizer-lhe isso. Um abraço."Jovane (por e-mail) Sorocaba-SP"Verônica, você merece todos os elogios, todos os adjetivos construtivos. Não sei qual é a dor do parto natural, mas comungo com você a dor do parto que é ir ao encontro do eu, da descoberta do que somos. P.S. Sou amiga da sua sobrinha Flavia, e agora sua admiradora!"Juliana (por e-mail) Brasília/DF"Menina, sou tua fã, adoro as tuas mensagens de vida, de amor, de simplicidade.Consegues tocar fundo na alma, no coração, sabes exatamente daquilo que a gente está precisando ouvir"Maria (por e-mail) "Quero dizer que acho um espetáculo teus escritos. Eu e minha mãe sempre lemos e debatemos o tema escolhido. Parece-me que sabes exatamente o que estamos sentindo, quando escreves! Teu texto é fantástico. Grande beijo e desejos de muito sucesso!!"Mariana (por e-mail) Vinhedo-SP"Me recordo que no Colégio todos queriam tirar cópia do artigo, pois acharam muito bom. Você continua a mesma menina talentosa que conheci."Renato (por e-mail)São Paulo / SP"Admiro muito seus textos e sua capacidade de expressão, a qual permite que o leitor identifique-se com suas palavras, mais uma vez. Parabéns!"Agostinho Stos.São Paulo/SP
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